segunda-feira, 8 de junho de 2009

Pensamentos inacabados


Porque estou aqui? Para que estou aqui? Para onde irei? O que deixarei? Quem se lembrará? Alguém se lembrará? Certa vez li que realmente morremos quando morre também a última lembrança de nós.
Você morre, morrem seu amigos, inimigos, morrem herdeiros, morrem aqueles que apreciam se obra, pois novas coisas vão surgir e o que quer que tenha feito será ultrapassado ou esquecido, e nada no mundo inteiro remeterá a uma lembrança sua, nada. Talvez nem a lápide.
É (...), todos um dia seremos esquecidos.
Mas ainda estamos aqui. Por quanto tempo serei? Por quantas gerações vão perdurar meus feitos, minhas histórias, meu carisma?

Minha existência é invariável, embora eu esteja longe disto. O que me faz este ser complexo são tantos os ingredientes, que não importa. Sou o resultado de tudo ao meu redor, tudo o que aprovo e desaprovo.
Hoje SOU. E o universo dentro desta palavra, são infinitas possibilidades que um dia se esgotarão sem ter alcançado tudo. E isto frustra.


5 degustações:

Dani disse...
Esta postagem foi removida pelo autor.
Dani disse...

Prerrogativa unicamente dos gênios: sempre serem lembrados por sua obra.

Triste pensar que desapareceremos por completo um dia...um dia...

Laila Braga disse...

as velhas e não tão boas perguntas sem resposta...

Vane disse...

Dúvidas que nunca terão resposta, quem sabe... Dúvidas de todos... O melhor é fugir delas para não se frustrar... Enfim...

Obrigada pelo comentário.
Beijo

Flôr de Azeviche disse...

Um belo texto.
Obrigada pela visita e pelo comentário, sempre será muito bem vinda!

Beijoos